Uma jaguatirica foi atropelada na Rodovia Assis Chateaubriand, em Indiana, marcando o terceiro caso em dez dias na região de Presidente Prudente. O biólogo André Gonçalves Vieira alerta para a importância da espécie e suas ameaças.

Uma jaguatirica foi atropelada na Rodovia Assis Chateaubriand (SP-425), em Indiana, no dia 11 de agosto. O animal foi encontrado no canteiro central da via. Este é o terceiro caso de atropelamento da espécie em um intervalo de dez dias na região de Presidente Prudente, que já havia registrado incidentes semelhantes nas rodovias José Batista de Souza (SP-483) e Júlio Budiski (SP-501).
O biólogo André Gonçalves Vieira ressaltou a importância da jaguatirica para o equilíbrio ecológico. Segundo ele, essa espécie atua como predador de topo em ambientes fragmentados, ajudando a regular as populações de pequenos mamíferos, aves e répteis. Isso é crucial para manter a saúde das cadeias alimentares e controlar pragas.
Vieira também alertou sobre as ameaças que a jaguatirica enfrenta, incluindo a perda de habitat devido ao desmatamento para agropecuária e expansão urbana, além dos atropelamentos em rodovias. No Estado de São Paulo, a jaguatirica é classificada como "quase ameaçada".
O Departamento de Estradas de Rodagem do Estado de São Paulo (DER-SP) enfatizou a necessidade de atenção redobrada dos motoristas em trechos com vegetação. A recomendação é que, ao avistar animais na pista, os motoristas reduzam a velocidade com segurança e acionem os canais de atendimento rodoviário.
Esses atropelamentos não apenas afetam a fauna local, mas também refletem a urgência de ações para proteger a biodiversidade. A preservação dos habitats naturais e a conscientização sobre a vida selvagem são essenciais para evitar que mais jaguatiricas e outros animais sejam vítimas do tráfego nas rodovias.
Nossa união pode fazer a diferença na proteção da fauna local. Projetos que visem a preservação e a conscientização sobre a importância da jaguatirica e de outras espécies ameaçadas devem ser apoiados pela sociedade civil, promovendo um futuro mais seguro para a biodiversidade da região.

Disputas no Congresso sobre a área do Cristo Redentor envolvem a Igreja Católica e o governo federal, levantando preocupações sobre a preservação ambiental do Parque Nacional da Tijuca. Três projetos de lei buscam transferir a gestão da área para a Mitra Arquiepiscopal e a Prefeitura do Rio, o que pode comprometer a conservação do patrimônio ambiental e cultural.

Estudo revela que ações cotidianas, como abrir garrafas e preparar chá, liberam microplásticos nos alimentos, exigindo atenção de consumidores e regulamentações. A contaminação invisível afeta produtos comuns.

Um conselho de adaptação foi criado para apoiar a presidência da COP30 em Belém, reunindo especialistas como Ellen Johnson Sirleaf e Avinash Persaud, com foco na resiliência climática global. O grupo busca dialogar e orientar sobre questões climáticas urgentes, especialmente para populações vulneráveis.

Movimentos sociais tentaram envolver Paula Lavigne na produção do 2º Ato pela Terra, mas ela declinou devido à turnê de Caetano Veloso, reafirmando sua oposição ao licenciamento ambiental.

Isabel Schmidt, da UnB, discute a importância do manejo do fogo no Cerrado e os avanços na regulamentação no DF, destacando a necessidade de um arcabouço legal para seu uso controlado.

Marina Silva anunciou que o Fundo Florestas Tropicais para Sempre (TFFF) deve ser lançado até a COP-30, com a meta de mobilizar mais de US$ 150 bilhões para 70 países. O governo critica a falta de financiamento climático.