Malala Yousafzai, ativista paquistanesa e ganhadora do Nobel da Paz, visitou o Brasil em 2023 para discutir a educação de meninas, destacando a situação crítica no Afeganistão sob o Talibã. A jovem, agora casada e formada em Oxford, enfatiza a urgência de ações internacionais para garantir os direitos educacionais de meninas afegãs, que enfrentam severas restrições.

Malala Yousafzai, ativista paquistanesa e ganhadora do Nobel da Paz, visitou o Brasil em 2023 para discutir a educação de meninas, especialmente em relação à situação crítica no Afeganistão sob o regime do Talibã. Durante sua visita, Malala, que se formou em Filosofia, Política e Economia pela Universidade de Oxford, destacou a importância de garantir que todas as meninas tenham acesso à educação de qualidade.
Em entrevista ao jornal O GLOBO, Malala enfatizou que, apesar do Brasil ter um panorama educacional melhor que outros países, a alta evasão escolar em comunidades indígenas e quilombolas é alarmante. Apenas trinta por cento das meninas nessas comunidades completam o ciclo escolar, o que representa um desafio significativo para o país.
O Fundo Malala, criado por Malala e seu pai em 2013, apoia projetos educacionais em nove países, incluindo o Brasil. No Brasil, o fundo financia onze projetos que abordam questões como discriminação racial e de gênero nas escolas, além de promover a liderança feminina nas decisões sobre educação. Malala destacou que esses projetos são liderados por meninas e mulheres, que organizam protestos e discutem seus futuros com líderes políticos.
Sobre a situação das mulheres no Afeganistão, Malala afirmou que a comunidade internacional precisa agir com urgência. Desde a retirada das forças americanas em 2021, o Talibã impôs restrições severas ao acesso de meninas e mulheres à educação. Malala ressaltou que as mulheres afegãs estão se mobilizando, organizando aulas online e criando escolas secretas, demonstrando resiliência e determinação em lutar por seus direitos.
Malala também compartilhou sua paixão pela literatura, mencionando que um dos livros que a inspirou foi "O Alquimista", de Paulo Coelho. Ela acredita que é fundamental que as mulheres compartilhem suas histórias, especialmente as jovens autoras, que muitas vezes hesitam em fazê-lo. Para Malala, a perspectiva feminina é essencial e deve ser valorizada na literatura.
Com sua visita ao Brasil, Malala continua a chamar a atenção para a necessidade de ação em prol dos direitos das meninas e mulheres, especialmente em contextos de opressão. A união da sociedade civil pode ser crucial para apoiar iniciativas que promovam a educação e a igualdade de gênero, ajudando a transformar a realidade de muitas meninas ao redor do mundo.

O Projeto Sedet Mais Perto de Você foi lançado em Ceilândia, oferecendo serviços gratuitos de emprego e qualificação. O governador Ibaneis Rocha destacou a transformação de problemas em soluções para empresários.

Sérgio Avelleda, ex-secretário de Mobilidade de São Paulo, critica o uso de carros por aplicativos como alternativa ao transporte público, defendendo investimentos em modais ativos e transporte coletivo. Ele alerta sobre a degradação urbana e a necessidade de integrar ciclovias ao metrô para melhorar a mobilidade e a qualidade de vida na cidade.

O Sesc São Paulo planeja inaugurar 11 novas unidades, incluindo o Sesc Galeria e o Sesc Marília, além de lançar um concurso de arquitetura para novos projetos. A expansão visa atender áreas periféricas e menos assistidas.

A ANS lançou uma consulta pública para um Projeto-Piloto que visa facilitar o acesso a consultas médicas eletivas e exames, buscando reduzir as filas do SUS e incentivar cuidados preventivos. O projeto, alinhado à Resolução Normativa nº 621, pretende atender a população que não pode arcar com planos de saúde convencionais, considerando a resistência histórica dos brasileiros em buscar serviços de saúde preventivos.

A violência armada no Brasil compromete a educação infantil, com estudantes em áreas afetadas apresentando desempenho escolar inferior e altos índices de abandono. O Unicef destaca a urgência de ações coordenadas para garantir direitos e segurança.

O Senado aprovou um projeto de lei que reserva 30% das vagas nos conselhos de administração de empresas estatais e de sociedade mista para mulheres, com implementação gradual em três anos. A proposta, que visa aumentar a representatividade feminina, inclui cotas específicas para mulheres negras e com deficiência, e será fiscalizada por órgãos de controle. O projeto, de autoria da deputada Tabata Amaral, agora aguarda sanção do presidente Lula.