A Microsoft e a Nova Escola lançaram o curso gratuito "Professores do Futuro", que capacitará dez mil educadores no uso ético da Inteligência Artificial na educação, impactando sessenta mil alunos. O curso inclui dez planos de aula alinhados à Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e recursos da Microsoft, promovendo a integração da IA no ensino fundamental.

A Microsoft, em parceria com a Nova Escola, lançou o curso gratuito "Professores do Futuro", destinado a capacitar professores do Ensino Fundamental de redes públicas e privadas no uso ético e responsável da Inteligência Artificial (IA) na educação. A iniciativa tem como meta formar dez mil educadores e impactar sessenta mil alunos, integrando a IA ao cotidiano escolar e desenvolvendo competências digitais essenciais para a sociedade contemporânea.
O curso inclui dez planos de aula alinhados à Base Nacional Comum Curricular (BNCC), que visam capacitar os estudantes a compreender e interagir criticamente com tecnologias de IA. Os planos abordam diversas áreas do conhecimento, como ciências, matemática e português, e podem ser acessados na plataforma da Nova Escola.
Além dos planos de aula, a iniciativa oferece o curso "Inteligência Artificial para Professores", com dez horas de formação. Este curso explora a trajetória da IA, sua aplicação na educação e aspectos éticos e sociais relevantes para seu uso responsável. Os educadores aprenderão a utilizar a tecnologia como ferramenta de apoio ao ensino, reforçando seu papel fundamental na construção do pensamento crítico dos alunos.
Os conteúdos do curso incluem tutoriais sobre ferramentas da Microsoft, como o Copilot, e boas práticas para interação com a IA. Os professores poderão explorar diversas aplicações da tecnologia, desde a elaboração de atividades didáticas até a criação de planos de aula e geração de imagens, promovendo eficiência e economia de tempo.
Entre as ferramentas apresentadas estão o coach de leitura, que auxilia na avaliação da interpretação de textos, e o Microsoft Sway, utilizado para produção de conteúdo. O Minecraft Education Edition e o Microsoft Teams for Education também fazem parte dos recursos disponíveis, todos gratuitos para instituições de ensino.
Iniciativas como essa são fundamentais para preparar educadores e alunos para os desafios do futuro. A união da sociedade civil pode ser decisiva para apoiar projetos que promovam a educação e a inclusão digital, garantindo que mais professores tenham acesso a capacitações que transformem suas práticas pedagógicas.

O novo Plano Nacional de Educação (PNE) 2025-2035 visa ampliar o acesso e a qualidade da educação no Brasil, com metas ambiciosas e um forte envolvimento da sociedade civil. Com 58 metas e mais de 100 indicadores, o PNE busca universalizar a educação infantil e melhorar a alfabetização, enfrentando desafios históricos e promovendo equidade.

A Universidade Federal da Paraíba (UFPB) oferece um curso gratuito online para empreendedores, focado em transformar ideias de software em produtos viáveis até 7 de maio. O projeto de extensão Estruture Negócios visa capacitar participantes em MVP e validação de negócios, com emissão de certificado ao final.

Educação matemática no Brasil passa por transformação com foco na descoberta e criatividade. Iniciativas buscam melhorar o ensino, reduzindo desigualdades e aumentando a compreensão.

Criança com transtorno do espectro autista foi agredida por professor de capoeira em Guaratiba. Escola suspendeu aluno e professor não faz mais parte da instituição.

A Microsoft e a Nova Escola lançaram o curso gratuito "Professores do Futuro", que capacitará dez mil educadores no uso ético da Inteligência Artificial na educação, impactando sessenta mil alunos. O curso inclui dez planos de aula alinhados à Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e recursos da Microsoft, promovendo a integração da IA no ensino fundamental.

Censo 2022 do Brasil revelou apenas 14,4 milhões de pessoas com deficiência, número alarmantemente inferior a estimativas anteriores, evidenciando a invisibilidade de grupos com deficiências leves ou invisíveis. A consultora Luciana Trindade destaca a urgência de revisar o modelo de coleta de dados do IBGE, que ignora barreiras sociais e atitudinais, comprometendo políticas públicas essenciais.