Ministério reconhece emergência em 11 cidades do Rio Grande do Sul por estiagem. Prefeituras podem solicitar recursos federais para ações de defesa civil.

O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) reconheceu, no dia 22 de abril, a situação de emergência em onze cidades do Rio Grande do Sul afetadas pela estiagem. A medida, publicada no Diário Oficial da União, permite que as prefeituras solicitem recursos federais para ações de defesa civil. Os municípios reconhecidos são Alegria, Almirante Tamandaré do Sul, Butiá, Candelária, Dois Irmãos das Missões, Fortaleza dos Valos, Nonoai, Nova Ramada, Santo Expedito do Sul, São João da Urtiga e Taquaruçu do Sul.
Com o reconhecimento da emergência, as prefeituras podem acessar recursos para a compra de cestas básicas, água mineral, refeições para trabalhadores e voluntários, além de kits de limpeza e higiene pessoal. Essa ação é crucial para mitigar os impactos da seca, que já afeta diversas regiões do estado, levando a um total de duzentos e treze reconhecimentos vigentes no Rio Grande do Sul, sendo a maioria por estiagem.
As cidades que obtiverem o reconhecimento federal devem solicitar os recursos através do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD). A equipe técnica da Defesa Civil Nacional avaliará as solicitações com base nos planos de trabalho apresentados. Após a aprovação, uma portaria será publicada no Diário Oficial com o valor a ser liberado.
A Defesa Civil Nacional também disponibiliza cursos a distância para capacitar agentes municipais e estaduais no uso do S2iD. Essas capacitações visam melhorar a atuação dos agentes de proteção e defesa civil em todas as esferas de governo, promovendo uma resposta mais eficaz em situações de emergência.
É importante destacar que a estiagem não afeta apenas a agricultura, mas também a segurança alimentar e a saúde das populações vulneráveis. A mobilização da sociedade civil é fundamental para apoiar as iniciativas que visam ajudar as comunidades afetadas. A união de esforços pode fazer a diferença na vida de muitas pessoas que enfrentam dificuldades nesse momento crítico.
Em situações como essa, a solidariedade da sociedade pode ser um grande alicerce para a recuperação das comunidades. Projetos que visam arrecadar fundos para apoiar as vítimas da estiagem e promover ações de ajuda são essenciais para garantir que as necessidades básicas sejam atendidas e que a dignidade das pessoas seja preservada.

Em 24 de julho, a humanidade atingiu o Dia da Sobrecarga da Terra, consumindo recursos além da capacidade do planeta, com impactos alarmantes na biodiversidade e nas emissões de carbono. A Global Footprint Network alerta para a urgência de mudanças no consumo.

A COP30, em novembro de 2025 em Belém (PA), pode marcar um novo paradigma ao discutir que 30% dos alimentos servidos venham da agricultura familiar local, injetando R$ 3,3 milhões na economia regional. A proposta, apoiada por diversas entidades, visa promover práticas sustentáveis e fortalecer a produção local, refletindo a diversidade da Amazônia.

O Brasil se destaca como a quarta potência em energias renováveis, com custos de energia eólica a US$ 30 por megawatt-hora e solar a US$ 48, segundo relatório da IRENA. O país atrai investimentos em soluções verdes, apesar de desafios na infraestrutura.

Entre janeiro de 2021 e maio de 2023, São Paulo aplicou 4.406 multas por descarte irregular de lixo, com valores de R$ 1.500 a R$ 25 mil. A cidade conta com 129 ecopontos para coleta de resíduos, funcionando de segunda a sábado.

A exploração de petróleo na Foz do Amazonas avança, apesar das preocupações com o colapso ecológico e os impactos na pesca artesanal. O Ibama aprovou o plano de emergência da Petrobras, mas os encalhes de mamíferos marinhos aumentam.

Abril de 2025 foi o segundo abril mais quente já registrado, com temperaturas 1,51°C acima dos níveis pré-industriais, segundo o observatório Copernicus. A sequência de meses acima de 1,5°C é um alerta para as mudanças climáticas.