A mostra “Reverbere” no centro cultural Futuros, no Flamengo, reúne 16 obras de 12 artistas, explorando humanidades, ecologia e espiritualidade, com entrada gratuita até 28 de setembro. A curadora Gabriela Maciel destaca que as obras refletem críticas e reivindicações sociais e ambientais, reverberando memórias e visões de futuro. Entre os destaques estão o ensaio fotográfico “Riviera Roquette Pinto” de Jerônimo de Moraes e o vídeo “Incorporação da água” de Roberta Lima. A exposição pode ser visitada de quarta a domingo, das 11h às 20h.

O centro cultural Futuros — Arte e Tecnologia, localizado no Flamengo, inaugura a mostra “Reverbere” no próximo sábado, apresentando 16 obras de 12 artistas. A exposição, que ficará em cartaz até 28 de setembro, aborda temas como humanidades, ecologia e espiritualidade, e a entrada é gratuita.
A curadora Gabriela Maciel destaca que as obras selecionadas refletem as atuais pesquisas e produções de artistas brasileiros. Segundo ela, “essas obras representam relatos, críticas e reivindicações culturais, sociais e ambientais”. Os trabalhos variam entre esculturas, pinturas, fotografias, obras digitais, vídeos e instalações.
Entre os destaques da mostra está o ensaio fotográfico “Riviera Roquette Pinto”, de Jerônimo de Moraes, que homenageia o Piscinão de Ramos, um importante espaço de lazer na Zona Norte do Rio. Outro ponto alto é o vídeo “Incorporação da água”, da artista amazonense Roberta Lima, que enfatiza a relevância da água nas comunidades.
O artista Cabelo Cobra Coral apresenta a pintura “Luz com trevas”, que é a capa de seu disco homônimo lançado em 2020, onde mistura ritmo e poesia com elementos do pop, rap, funk e samba. Além desses, participam da exposição Anna Costa e Silva, Darks Miranda, Fabian Albertini & Juliana Curvellano, José Kós, Mariana Destro, Olav Alexander, Paula Pedrosa, Paulo Vivacqua e Thaís Iroko.
A mostra “Reverbere” pode ser visitada de quarta a domingo, das 11h às 20h, até o final de setembro. Este evento é uma oportunidade para o público se conectar com questões contemporâneas por meio da arte, promovendo um diálogo sobre temas relevantes para a sociedade.
Iniciativas culturais como essa merecem apoio e incentivo da comunidade. A união de esforços pode fortalecer projetos que buscam dar voz a artistas e promover discussões essenciais sobre nosso futuro coletivo.

Estudo revela que uma em cada 23 adolescentes brasileiras de 15 a 19 anos dá à luz anualmente, com taxas alarmantes no Norte, onde 76% dos municípios têm indicadores de fecundidade de países de baixa renda.

O cinema brasileiro se destaca com a estreia de "A Melhor Mãe do Mundo", de Anna Muylaert, em 7 de agosto. A trama, protagonizada por Shirley Cruz e Seu Jorge, aborda a luta contra a violência doméstica. Shirley, que já enfrentou essa realidade, se preparou intensamente para o papel, convivendo com catadoras de lixo e realizando treinamento físico. O filme promete inspirar mulheres a denunciarem abusos e buscar liberdade.

Pesquisa da Fiocruz e da UFBA revela que o Bolsa Família reduz em até 55% a mortalidade por Aids entre mulheres vulneráveis, destacando a eficácia do programa na saúde pública. O estudo, publicado na revista Nature Human Behaviour, analisou 12,3 milhões de mulheres e evidenciou impactos significativos, especialmente entre mães pardas ou pretas em extrema pobreza.

Cientistas descobriram 697 variações genéticas ligadas à depressão em um estudo com mais de 5 milhões de pessoas de 29 países, incluindo 25% de ascendência não europeia, promovendo avanços na equidade científica. Essa pesquisa, publicada na revista Cell, destaca a importância de incluir diversas etnias para tratamentos mais eficazes.

O pronto-socorro cirúrgico do Hospital Regional do Gama (HRG) foi revitalizado com um investimento de R$ 100 mil, modernizando sua estrutura e melhorando a acessibilidade para mais de 700 pacientes diários. As melhorias incluem renovação de escadas, iluminação e climatização, além de um novo fluxo de atendimento que separa pacientes graves dos que necessitam de procedimentos menores, aumentando a agilidade e segurança nos atendimentos.

Iphan rejeita proposta da Prefeitura de Diamantina para asfaltar ruas em área tombada, priorizando a preservação do calçamento em pedra, apesar das alegações de desgaste e necessidade de melhorias na mobilidade.