O Palácio Gustavo Capanema reabre no dia 20 após seis anos fechado, com 60% das instalações abertas ao público, destacando sua importância cultural e administrativa. A ministra Margareth Menezes enfatizou a relevância do espaço, que também abrigará órgãos públicos.

O Palácio Gustavo Capanema, localizado no centro do Rio de Janeiro, será reaberto ao público no próximo dia 20, após um fechamento de seis anos. A reabertura coincide com a entrega da Ordem do Mérito Cultural e, até o final do ano, 60% das instalações estarão disponíveis para visitação. A ministra da Cultura, Margareth Menezes, enfatizou a relevância cultural do espaço, que também servirá como sede para órgãos públicos.
Desde o final do ano passado, o palácio já abriga a Fundação Nacional de Artes (Funarte) e outras instituições, como seções da Biblioteca Nacional e do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). O plano é que apenas 40% do edifício seja destinado a estruturas administrativas, enquanto o restante será voltado para atividades culturais, como exposições e eventos.
A reforma do palácio custou R$ 84 milhões e incluiu a manutenção do mobiliário original. O restauro dos painéis de Cândido Portinari ainda está pendente, e o Iphan planeja envolver professores e estudantes de universidades federais nesse processo. Durante a restauração, haverá a possibilidade de visitação, permitindo que o público acompanhe o trabalho de recuperação das obras.
O Palácio Capanema, inaugurado em 1945, é um ícone da arquitetura modernista brasileira, projetado por um time de renomados arquitetos, incluindo Lúcio Costa e Oscar Niemeyer. O edifício é conhecido por suas características únicas, como os terraços-jardins de Burle Marx e os azulejos de Portinari, que adornam sua fachada.
As obras no palácio começaram em 2013, quando o espaço foi fechado parcialmente. Desde então, diversas melhorias foram realizadas, incluindo a substituição de elevadores e janelas. O prédio, que havia sido considerado para venda pela gestão anterior, foi salvo de ser privatizado por uma decisão judicial.
Além de ser um importante ponto turístico, o palácio pode servir como local para encontros oficiais, como a reunião de cúpula do Brics, prevista para julho. A ministra Menezes expressou otimismo quanto à possibilidade de o espaço receber chefes de Estado. Projetos culturais como este merecem o apoio da sociedade civil, pois podem enriquecer a vida cultural e social da população.

O governo brasileiro destinará R$ 2,4 bilhões para adquirir equipamentos de saúde, priorizando produtos nacionais. A meta é aumentar a produção local de 45% para 50% até 2026, fortalecendo a indústria nacional.

A Região de Saúde Norte do Distrito Federal lançou a terceira edição do Caderno de Experiências Exitosas em Atenção Primária à Saúde, destacando 15 práticas inovadoras, como telemedicina e uso de plantas medicinais. O evento, realizado na Universidade de Brasília, visa inspirar profissionais e melhorar o acesso e a qualidade do cuidado à saúde da comunidade.

Abigail Disney, neta do fundador da Disney, foi presa em protesto contra jatos particulares e criticou a desigualdade salarial nos parques da empresa, defendendo uma reforma tributária justa.

Adriano Ruan, intérprete de libras, emocionou o público surdo durante o show de Joelma no Arraiá do Povo em Aracaju, destacando-se pela energia e precisão na tradução da música "Voando pro Pará". Sua performance viralizou nas redes sociais, refletindo a crescente valorização da Língua Brasileira de Sinais e a importância do intérprete em eventos.

Taís Araujo reflete sobre sua trajetória na TV, destacando a importância de sua personagem Raquel em "Vale Tudo" e a evolução da representação negra na teledramaturgia brasileira. A atriz reconhece os desafios enfrentados e a relevância de sua presença como símbolo de empoderamento e diversidade.

A Globo estabeleceu metas ambiciosas para aumentar a diversidade em seus elencos, visando 50% de atores negros até 2030 e 53% de novas contratações ocupadas por mulheres em 2024. A emissora destaca avanços significativos em inclusão e sustentabilidade.