Inscrições abertas para mais de 48 mil vagas em cursos gratuitos com certificação Google. O Programa Universitário do Bem (ProBem), da OVG e Goiás Social, oferece formação profissional em áreas de alta demanda, como TI e Marketing Digital. Os cursos são online e gratuitos, com foco na inclusão digital e empregabilidade.

O Programa Universitário do Bem (ProBem), uma iniciativa da Organização das Voluntárias de Goiás (OVG) e do Goiás Social, anunciou a abertura de inscrições para mais de 48 mil vagas em cursos profissionalizantes gratuitos. Esses cursos, oferecidos em parceria com o Google, incluem certificação internacional, ampliando as oportunidades de inclusão digital e acesso ao mercado de trabalho.
A certificação, que é totalmente gratuita, é um diferencial importante para os participantes. As inscrições devem ser feitas através da Central do ProBem, disponível no site da OVG. Os cursos são oferecidos por meio da plataforma Coursera e abrangem áreas de alta demanda, como Suporte em TI, Análise de Dados, Gerenciamento de Projetos, Design UX e Marketing Digital.
Todos os cursos são online, permitindo que os estudantes conciliem a formação técnica com a graduação. Além disso, o programa investe na empregabilidade através do Banco de Oportunidades, que conecta os alunos a estágios e cursos de qualificação. Essa iniciativa é especialmente relevante em um cenário onde a formação técnica em áreas estratégicas pode impulsionar a empregabilidade e o crescimento econômico.
A parceria com o Google reforça o compromisso do ProBem com a educação em áreas STEM (Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática). De acordo com o Índice de Prioridade de Cursos Superiores em Goiás, elaborado pelo Instituto Mauro Borges (IMB), as áreas de tecnologia apresentam a maior demanda no mercado, oferecendo também os maiores salários médios de entrada.
Os primeiros cursos disponíveis incluem UX Design, Gerenciamento de Projetos, Análise de Dados, Marketing Digital e E-Commerce, Suporte em TI, Cibersegurança e Fundamentos de Inteligência Artificial. A formação técnica nessas áreas é crucial para o desenvolvimento regional e para a capacitação de jovens em um mercado cada vez mais competitivo.
Iniciativas como essa devem ser apoiadas pela sociedade civil, pois a educação é um pilar fundamental para a transformação social. A união em torno de projetos que promovem a inclusão e a capacitação pode fazer uma diferença significativa na vida de muitos estudantes e na comunidade como um todo.

A formação docente no Brasil enfrenta desafios críticos, com previsão de um "apagão de professores" até 2040 e alta evasão em cursos de licenciatura, especialmente em Matemática. Especialistas discutem a importância da qualidade na formação para a aprendizagem dos alunos.

A Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que destina parte do lucro do pré-sal para políticas de permanência estudantil em universidades públicas, visando reduzir a evasão de cotistas. A proposta, que altera a Lei nº 12.858/2013, permitirá que instituições de ensino tenham recursos para oferecer bolsas a estudantes em situação de vulnerabilidade. A médica e professora da USP, Ludhmila Hajjar, destacou a importância da aprovação, que segue agora para sanção presidencial, com boas expectativas de se tornar um programa social permanente.

O Instituto Federal de Mato Grosso do Sul (IFMS) lançou três novos cursos online gratuitos, totalizando 41 opções disponíveis. As inscrições são até 18 de junho, com conclusão até 30 de junho.

O ministro da Educação, Camilo Santana, anunciou a utilização de inteligência artificial para corrigir provas do Enem e lançou uma plataforma de estudos gratuita. O governo de São Paulo já testa IA para corrigir deveres de casa.

Estudantes como Savana Carvalho e Livia Loback utilizam redes sociais para compartilhar rotinas de estudo e acessar materiais, enquanto a professora Laura Rocha busca desmistificar o vestibular para alunos vulneráveis.

Em 2024, o Brasil registrou 1.092 cidades sem oferta de Educação de Jovens e Adultos (EJA), apesar da obrigatoriedade legal. O governo lançou o Pacto EJA para criar 3,3 milhões de matrículas e equiparar o financiamento com o ensino regular.