O Senac lançou a plataforma Orango, com cursos gratuitos e certificação, voltada para a geração Z, oferecendo conteúdos interativos em áreas como Marketing e Inteligência Artificial. A iniciativa visa democratizar a educação e atender às demandas do mercado, com cursos curtos e acessíveis, desenvolvidos a partir de pesquisa com jovens.

O Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac) lançou recentemente a plataforma Orango, que oferece cursos totalmente gratuitos e com certificação. Destinada à geração Z, que abrange jovens de dezesseis a vinte e quatro anos, a plataforma visa facilitar a entrada desses jovens no mercado de trabalho. Com cursos curtos e interativos, a Orango se alinha às tendências atuais do mercado, promovendo uma experiência de aprendizado que respeita o ritmo e os interesses dos alunos.
A interface da Orango é intuitiva e colorida, refletindo a proposta de que aprender deve ser uma experiência envolvente e fora do comum. O nome da plataforma foi escolhido para despertar curiosidade e reforçar essa ideia. A identidade visual inclui cores vibrantes e elementos gráficos animados, criando um ambiente que dialoga com os hábitos visuais da geração Z.
Para garantir que a plataforma atendesse às expectativas do público-alvo, o Senac conduziu uma pesquisa com mais de mil jovens. Os resultados indicaram que a aprendizagem para essa faixa etária vai além da obrigação acadêmica, sendo vista como um investimento no futuro. Os jovens buscam cursos que sejam objetivos, conectados ao mercado de trabalho e que ofereçam certificação reconhecida, aumentando assim suas chances de empregabilidade.
A Orango já está disponível com uma variedade de cursos nas áreas de Marketing, Games, Criatividade, Audiovisual, Comportamento, Inteligência Artificial, Negócios e Empreendedorismo. Todos os cursos têm uma linguagem acessível e são autoinstrucionais, permitindo que os alunos acessem o conteúdo a qualquer momento e em qualquer lugar. A plataforma também incorpora elementos de gamificação, incentivando a interação e o compartilhamento entre os alunos.
Cada curso tem uma duração média de dez horas e utiliza diversos formatos, como vídeos, podcasts, PDFs e slides, além de jogos. Essa diversidade de formatos visa manter o engajamento dos alunos e facilitar o aprendizado de maneira dinâmica e divertida. A proposta é que os jovens possam explorar novos conhecimentos de forma leve e prática, alinhando-se às suas expectativas e necessidades.
Iniciativas como a Orango são fundamentais para democratizar o acesso à educação e preparar os jovens para os desafios do mercado de trabalho. A união da sociedade civil pode ser um fator crucial para apoiar projetos que promovam a educação e a inclusão, garantindo que mais jovens tenham acesso a oportunidades de aprendizado e desenvolvimento profissional.

Início do prazo para solicitar isenção da taxa do Enem 2025, de 14 a 25 de abril. Estudantes que faltaram em 2024 devem justificar ausência.

A morte de uma criança após inalar gás de desodorante acende alerta sobre riscos digitais. O presidente da Câmara Legislativa do Distrito Federal, Wellington Luiz, destaca a urgência de unir esforços para conscientizar jovens sobre perigos na internet, especialmente após a tragédia que vitimou uma menina de oito anos. Ele propõe integrar discussões sobre segurança digital ao currículo escolar. Além disso, o deputado Gabriel Magno protocolou um projeto de lei visando criar uma Política Distrital de Proteção Digital, que incluirá formação para educadores e uma Semana de Proteção Digital nas escolas.

Estão abertas as inscrições para 29 vagas do curso técnico gratuito em agropecuária da ETASA, com início em agosto de 2025. O curso, voltado a quem já concluiu o Ensino Médio, oferece formação prática e teórica.

Governador Ibaneis Rocha lança o Programa Meninas em Ação, que permite a estudantes do ensino médio assumirem cargos de mulheres referência no DF por um dia, promovendo empoderamento feminino.

Censo Escolar aponta aumento de 44,4% nos diagnósticos de TEA no Brasil, enquanto o Ministério da Educação lança curso de práticas inclusivas. Desafios de financiamento e suporte ainda persistem.

A Câmara dos Deputados votará o projeto de lei 6.461, que cria o Estatuto do Aprendiz, visando aumentar o número de jovens aprendizes de 600 mil para 1,1 milhão. O projeto propõe cotas de contratação, multas por descumprimento e regulamenta o uso de EAD na formação.