Wenny lança o clipe de "BIS", um manifesto sobre autoaceitação e expressão artística, ressignificando inseguranças e revelando seu processo criativo emocional. A artista destaca a importância de ser autêntica e transformar experiências difíceis em arte.

A artista Wenny lançou recentemente o clipe da música "BIS", que se apresenta como um manifesto sobre identidade, saúde mental e autoaceitação. Com apenas 16 anos, ela utiliza sua vivência para transformar inseguranças em força criativa. Em suas palavras, "Eu sei que tem gente que não vai entender, ou até não vai gostar, mas estou aqui pra dizer que você pode ser diferente, pode se expressar do seu jeito, e tá tudo bem ser você".
Um dos momentos marcantes do clipe ressignifica uma experiência desconfortável do passado com o jornalista Arthur Pires. Wenny reflete sobre sua evolução: "Eu era mais nova, estava começando, com outra cabeça. E não vejo problema em pedir desculpas. Acredito que mostrar minhas inseguranças faz parte de ser artista". Essa cena simboliza a transformação de um momento negativo em arte.
O processo criativo de Wenny é descrito como intenso e emocional. "Tudo nasceu de um surto criativo, literalmente. Eu danço, canto, vou à igreja, compro laces novas... e faço terapia", revela. A artista destaca que a mente pode ser tanto um desafio quanto uma fonte de poder, enfatizando a importância de lidar com as emoções.
O clipe é estruturado em dezessete cenas, refletindo a sobrecarga e a rapidez do mundo contemporâneo. "Recebemos muita informação o tempo todo. Por isso o clipe é rápido, fragmentado. Mas, quando termina, a vida volta ao ritmo normal, com mais cor", explica Wenny. Essa abordagem visual busca capturar a intensidade da experiência humana.
A letra de "BIS" aborda o desejo de viver intensamente e sentir profundamente. No clipe, essa busca é representada por imagens simbólicas, como o nascimento performático de um ovo e Wenny vestindo diferentes versões de si mesma. "Costumo dizer que não vou ser o que esperam. Vou ser o que eu sentir", afirma a artista, reforçando sua mensagem de autenticidade.
Wenny, com seu trabalho, inspira uma reflexão sobre a autoaceitação e a expressão pessoal. Projetos que promovem a saúde mental e a arte devem ser apoiados pela sociedade, pois podem fazer a diferença na vida de muitos jovens que enfrentam desafios semelhantes. A união em torno dessas causas é fundamental para criar um ambiente mais acolhedor e inclusivo.

Levantamento do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social revela que cerca de dois mil programas sociais utilizam o Cadastro Único, com 19 estados implementando políticas de transferência de renda semelhantes ao Bolsa Família. A falta de coordenação entre os níveis de governo gera críticas, enquanto especialistas destacam a importância de um mapeamento nacional para garantir a eficácia e sustentabilidade dessas iniciativas.

A Câmara dos Deputados aprovou a aceleração do PL 2628, que regula o uso de redes digitais por crianças, visando combater a exploração sexual infantojuvenil. O projeto, apoiado pelo presidente da Câmara, Hugo Motta, enfrenta resistência da oposição.

A Praia de Copacabana sedia a 4ª edição do Orquestra Ouro Preto Vale Festival, com apresentações gratuitas, incluindo a estreia da ópera "Feliz ano velho" e shows de Mart’nália e do Bloco Sargento Pimenta. O maestro Rodrigo Toffolo destaca a versatilidade da orquestra e a importância de tornar a música de concerto acessível ao público.

Uma menina foi alvo de racismo na escola, resultando em ataque de pânico. A Polícia Civil investiga o caso, enquanto a Secretaria de Educação transfere os agressores e oferece apoio psicossocial.

Durante o 1º Simpósio STJ Autismo e Justiça, a ministra Daniela Teixeira criticou a necessidade de mães recorrerem à Justiça para obter fraldas para filhos autistas, evidenciando a ineficácia da legislação atual.

Mariana Rios, após um aborto espontâneo em 2020, criou a plataforma Basta Sentir e agora recomeça a FIV aos 39 anos, enfrentando desafios e promovendo apoio emocional entre mulheres.