Youtuber Felca denuncia a adultização de crianças em plataformas digitais e revela ter recebido ameaças de morte após seu vídeo viralizar, impulsionando discussões sobre projeto de lei no Congresso.

Em entrevista ao programa Fantástico, da TV Globo, exibida no último domingo, o youtuber Felca revelou ter recebido ameaças de morte após a divulgação de seu vídeo intitulado “Adultização”. Neste conteúdo, ele denuncia a exploração criminosa de crianças em plataformas digitais. Felca, que se sentiu motivado a abordar o tema por conhecer vítimas de abusos na infância, afirmou: “Eu fiquei abalado, sofri algumas ameaças de morte. Pessoas do meu convívio sofreram ameaças de morte”.
O influenciador relatou que indivíduos ameaçavam encontrá-lo na rua e matá-lo, mas reafirmou seu compromisso em continuar discutindo a questão. “Eu mantenho a cautela, mas estou fazendo algo que é mais importante do que eu. Desculpa aí, não vou conseguir parar”, declarou. O vídeo, que viralizou recentemente, trouxe à tona a atuação do algoritmo das plataformas na entrega de conteúdos de crianças adultizadas a pedófilos.
Felca explicou que sua intenção ao criar o vídeo era dar visibilidade ao problema e auxiliar no combate a esses crimes. Ele mencionou que, ao longo de sua trajetória, conheceu pessoas que foram abusadas sexualmente na infância e refletiu sobre como poderia consolar essas vítimas. O impacto do vídeo foi além do esperado, gerando uma mobilização significativa na opinião pública.
A repercussão do conteúdo também reacendeu a discussão sobre um projeto de lei no Congresso Nacional, de autoria do senador Alessandro Vieira (MDB-SE), que visa estabelecer regras para o uso de plataformas digitais por crianças e adolescentes. O projeto propõe que as empresas adotem medidas para prevenir e mitigar práticas como bullying e exploração sexual, além de padrões de uso que possam incentivar vícios e transtornos.
Felca compartilhou que, em seus primeiros passos como criador de conteúdo, seu pai o impediu de se expor, considerando-o muito jovem para isso. Hoje, ele reconhece a importância dessa decisão, afirmando: “Porque se hoje a exposição é difícil, causa um dano, imagina quando eu era criança”. Essa reflexão destaca a necessidade de proteção e cuidado com as crianças nas redes sociais.
Essa situação evidencia a urgência de iniciativas que promovam a segurança de crianças e adolescentes online. A união da sociedade civil pode ser fundamental para apoiar projetos que visem a proteção e o bem-estar dos mais vulneráveis. Mobilizar recursos para causas que defendem a segurança infantil nas plataformas digitais é um passo importante para garantir um ambiente mais seguro para todos.

Relatório da Habitat para a Humanidade Internacional destaca que melhorias em assentamentos informais podem prevenir milhões de doenças e mortes entre mulheres, evidenciando a conexão entre habitação e saúde. A organização convoca governos e doadores a integrar políticas habitacionais às de saúde, visando um impacto positivo imediato nas comunidades vulneráveis.

Empresário de Ibaté, Vanderlei da Silva Rosa, viralizou ao resgatar filhote de onça-pintada no Pantanal, garantindo que o animal tem mais de 90% de chance de reencontrar a mãe. A ação foi elogiada por biólogo.

O tenista dinamarquês Holger Rune, número 8 do mundo, lançou uma loja virtual com produtos autografados, incluindo raquetes quebradas, e destina parte da arrecadação a projetos sociais. O sucesso foi imediato, com itens esgotados rapidamente.

O programa Vai de Graça, do Governo do Distrito Federal, promoveu um aumento de 60% na demanda por transporte público, facilitando o acesso a eventos como o do Jardim Zoológico no Dia do Trabalhador. A gratuidade no transporte aos domingos e feriados tem proporcionado novas experiências aos moradores, permitindo que famílias aproveitem momentos de lazer em locais antes considerados distantes.

Cresce o microtrabalho no Brasil, com mulheres representando 63% dos trabalhadores. Flávia e Juliana enfrentam jornadas exaustivas e precariedade, sem regulamentação, perpetuando desigualdades.

Uma revisão publicada no British Journal of Sports Medicine confirma que exercícios físicos são eficazes na redução de efeitos colaterais do tratamento do câncer e na melhoria da qualidade de vida. Pesquisadores do Hospital Shengjing, na China, analisaram dados de oitenta estudos, revelando que a atividade física diminui complicações como cardiotoxicidade e melhora o bem-estar psicológico. Além disso, a prática regular pode reduzir o risco de câncer metastático em até setenta e dois por cento, conforme evidenciado por estudos de instituições renomadas. A adesão a diretrizes de atividade física pode resultar em economias significativas para o Sistema Único de Saúde (SUS) no futuro.