Uma forte ressaca no litoral do Rio de Janeiro, com ondas de até 3,5 metros, mobilizou 120 garis e resultou em um recorde de 52 viagens de caminhões para retirada de areia, respeitando diretrizes ambientais. A operação da Comlurb, iniciada após a invasão da pista da Avenida Delfim Moreira, garantiu a devolução do material à praia, preservando o ecossistema local. Este evento foi considerado a maior ressaca na região nos últimos cinco anos.

A forte ressaca que atingiu o litoral do Rio de Janeiro, com ondas de até três metros e meio, mobilizou uma média de cento e vinte garis por dia, a partir da tarde de terça-feira, 29 de julho. A operação da Companhia Municipal de Limpeza Urbana (Comlurb) teve início logo após a primeira onda invadir a pista da Avenida Delfim Moreira, no Leblon, e prosseguiu até a madrugada de quarta-feira. Ao todo, foram realizadas cinquenta e duas viagens de caminhões para a retirada da areia acumulada nas vias, um número que dobrou em relação à última grande ressaca e estabeleceu um novo recorde.
Com base em alertas da Marinha e no monitoramento do Centro de Operações Rio, as equipes da Comlurb estavam em prontidão, seguindo os protocolos para eventos climáticos extremos. Uma estrutura robusta foi mobilizada, incluindo pás carregadeiras de grande porte, caminhões basculantes e vans. Todo o material recolhido foi devolvido à faixa de areia da Praia do Leblon, respeitando as diretrizes ambientais e assegurando a preservação do ecossistema local.
Os registros operacionais indicam que esta foi a maior ressaca a atingir a região nos últimos cinco anos. O impacto das ondas foi significativo, exigindo uma resposta rápida e eficaz das autoridades locais. A mobilização de tantos profissionais demonstra a importância da preparação e da agilidade em situações de emergência climática.
Além da limpeza das vias, a operação também teve como objetivo garantir a segurança dos pedestres e motoristas, evitando acidentes e transtornos. A atuação da Comlurb reflete um compromisso com a manutenção da infraestrutura urbana e a proteção do meio ambiente, mesmo diante de desafios naturais severos.
Esse evento ressalta a necessidade de investimentos em infraestrutura e em ações de prevenção a desastres naturais. A mobilização de recursos e a conscientização da população são essenciais para enfrentar fenômenos climáticos cada vez mais frequentes e intensos.
Nessa situação, nossa união pode ajudar os menos favorecidos, promovendo iniciativas que visem a recuperação e a proteção das áreas afetadas. Projetos que busquem apoio para a preservação do meio ambiente e a melhoria da infraestrutura urbana são fundamentais para garantir um futuro mais seguro e sustentável para todos.

O Projeto GBB, em parceria com o ICMBio e o ITV DS, avança no sequenciamento de genomas de 80 espécies ameaçadas, com 2.249 amostras coletadas e 1.175 sequenciamentos realizados. A iniciativa visa fortalecer a conservação da biodiversidade brasileira até 2028.

Estudo revela que a crise climática pode reduzir a recarga dos aquíferos no Brasil, afetando a água subterrânea, especialmente nas regiões Sudeste e Sul, com consequências alarmantes para a população. Cientistas do Instituto de Geociências da Universidade de São Paulo e do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais alertam que a recarga pode diminuir até 666 milímetros por ano, impactando a oferta de água para 112 milhões de brasileiros.

O Observatório do Clima critica a nova lei de licenciamento ambiental, apontando a Licença Ambiental Especial (LAE) como inconstitucional e preocupações com a tramitação acelerada de projetos de alto impacto. A medida, que já está em vigor, pode facilitar a exploração de recursos naturais e aumentar riscos de corrupção.

Ministério reconhece emergência em 11 cidades do Rio Grande do Sul por estiagem. Prefeituras podem solicitar recursos federais para ações de defesa civil.

O Brasil enfrentará um domingo, 17, marcado por queda acentuada nas temperaturas e geadas pontuais, afetando a produção de grãos como café, milho e trigo. A umidade se restringe ao Norte e litoral do Nordeste, onde ainda há previsão de chuvas. O frio e a seca devem persistir, impactando severamente a agricultura nas regiões centrais e meridionais.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva lançou o Plano Safra 2025-2026, com R$ 516,2 bilhões em crédito rural, priorizando práticas sustentáveis e exigindo aderência ao Zoneamento Agrícola de Risco Climático.